segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

Meta #32 Cumprida!


Outra meta cumprida na hibernação: Reli todos os meus mangás de DragonBall. Acho que ao contrário da experiência da maratona de Harry Potter, ler mangá devia ser feito como na primeira vez: um por semana, um por mês... aos poucos é realmente melhor. Quando se lê tudo de uma vez, perde-se a emoçãozinha da espera, a necessidade de ficar matutando sobre mesmos elementos e alguns detalhes se perdem na ânsia de saber a história. De qualquer forma, foi bastante divertido reler tudo, lembrar que DragonBall não era tão maçante quanto o Z, que os heróis da minha infância até que eram bem bacaninhas.
Na real, no fim, percebi que lembrava de toda história, que não precisava ter relido agora, poderia ter deixado para mais tarde, para ver se um maior distanciamento me causavam novas impressões. Mas foi legal ver o quanto o Goku era legal!

Meta #27 Cumprida!

Enfim, foi Natal e eu aproveitei essa data especial para dar à minha irmã um presente totalmente desinteressado. Na semana anterior, eu estava na Livraria Cultura quando vi um box com todos os filmes de Harry Potter. Logo sendo Natal, véspera de férias, pensando na hibernação, tendo concluído a lista há pouco tempo, soube na hora que era a oportunidade de também cumprir essa meta.
Durante o processo de hibernação, assistimos a todos os filmes de Harry Potter! Foi interessante ver o desenvolvimento dos atores, a diferença entre os filmes, os diretores, as propostas.
Lembro-me que quando assisti ao primeiro filme, fiquei muito decepcionado com a adaptação. Acho que é um sentimento que todo fã de algum livro sente quando o vê adaptado para o cinema e acaba tendo que ouvir uma voz dizer que certos personagens, cenas, detalhes, acontecimentos não são como se imaginava – como se passássemos a nos sentir obrigados a aceitar a versão de um diretor e a compartilhar, com estatuto de verdade, com todos os outros fãs essas interpretações, fazendo com que o livro perca toda aquela grande porção que julgávamos que fosse somente nossa.


Depois, lembro que a cada novo diretor, um novo sofrimento. Ainda que eu achasse cada filme novo melhor que o anterior, irritavam-me as diferenças desnecessárias e, ainda mais, a certeza de que o filme anterior poderia ter sido melhor.
Assistir a todos juntos fez-me mudar de ideia. Fiquei feliz com a riqueza da diferença. Acho que ao ver que, apesar de ser uma única série, há formas tão distantes de vê-la faz ressuscitar aquele sentimento que eu tive antes de ver a primeira adaptação: no fundo, a história é também mais minha que dos outros, ninguém pode determinar a minha leitura; e a visão do diretor (de qualquer um deles, de todos eles) é tão válida e sagrada quanto a minha própria. Que bom que o Chris Columbus veja a história tão alegre, leve, infantil, destacando o fantástico, a descoberta, a luz do início de uma nova vida. Que bom que o Alfonso Cuarón veja a história pesada, os sofrimentos da falta de referência familiar, da falta de genealogia que produz o sentimento de insegurança causado pela perda de rumo, perda de uma história para se espelhar e repetir. Que o Richard Harris visse no Dumbledore o porto seguro, a segurança, a sabedoria, a certeza do fim tranquilo, e o Michael Gambon a energia, a aventura, a gana para orquestrar todo o enredo do livro. Eu, pessoalmente, fico com minhas impressões, mas ter visto outras, agora, apenas me mostrou as outras possibilidades das quais, com certeza, eu roubei alguns detalhes.

Mas agora, depois de ver todos os filmes, certas coisas devem ser ditas: o Alan Rickman é o melhor ator da série, a Maggie Smith a melhor atriz; o Duda era muito melhor ator que o Harry Potter; e o tempo fez bem a todos os atores mirins.

Meta #22 Cumprida!

Quando eu era criança, todas as férias eu e minha irmã nos fechávamos no quarto e ficávamos lá, escondidos, mal saindo do quarto – jamais da casa. Nesse tempo ficávamos lendo livros, mangás, assistindo filmes, jogando jogos de vídeo-game ou computador, dormindo e conversando muito um com o outro. Nessas férias decidimos tentar fazê-lo de novo. Levamos alguns filmes, mangás, um nintendo wii e ficamos lá. Claro que não foi como antes – quando se tenta repetir uma história, é inevitável que se colham decepções. Talvez seja essa uma das belezas da vida: a certeza de que cada experiência é sempre única, sobretudo aquela na qual nos encontramos agora.
Mas enfim, planejamos a nossa hibernação, que acabou não tendo muito sucesso: exigências agora de mais crescidinhos, sentimentos de deveres enquanto filhos, namoro, o curto tempo de férias, festas de família acabaram fazendo com que tivéssemos de sair de casa, do quarto, fazer pequenos outros programas e incursões que impediram que se criasse o sentimento de descanso e intimidade que antigamente marcava esse período.
No entanto, considero a meta concluída. Por quê? Porque, além de ter muitos pontos cumpridos e metas atingidas (como se pode ver nos próximos posts) e além dos momentos prazerosos e felizes que passei com minha irmã, serviu para aprender também com essa experiência e é inegável que muito desse projeto tem como foco primordial o descobrimento próprio e o aprendizado.


Meta #41 Cumprida!

Sei que me demorei para atualizar o Blog, mas eis que o faço!
Confesso que a escolha do início da data para contagem dos 1001 dias foi um pouco arbitrária, já que uma lista dessas não se faz em um dia. De qualquer forma, quando a concluí já havia em mente, decidido – e, até mesmo, em processo de preparação, talvez – o cumprimento dessa primeira meta.
Enfim, desde criança tive vontade de aprender a tocar um instrumento musical, no entanto, sempre fiz muito pouco para tanto. Mas chegou um momento que senti: é agora. E com a ajuda (imprescindível) da Carol, decidi comprar uma flauta! Agora é só aprender a tocar – já quase sei tocar as duas oitavas! Então acho que já estou no rumo para o cumprimento da meta #14!